Choque refratário não deve levar apenas a repetir a mesma intervenção. É um sinal para reconsiderar diagnóstico, adequação de volume, função miocárdica, vasoplegia e causas obstrutivas.
Reavaliar fenótipo antes de aumentar terapia
Ecocardiografia, perfusão, pressão, lactato e exame pulmonar podem mostrar que mais fluido é inadequado ou que o vasoativo escolhido não corresponde ao mecanismo.
Causa não controlada perpetua choque
Hemorragia, infecção sem controle, tamponamento, pneumotórax e intoxicação exigem tratamento causal além do suporte circulatório.