Glossário clínico

Glossário de emergência pediátrica

Referência clínica para profissionais de saúde: 50 artigos sobre avaliação inicial, respiração e via aérea, circulação e choque, neurologia e ressuscitação pediátrica.

Conteúdo médico por Carlos Eduardo Miranda Bruzzi Felipe · CRM/MG 105.721 · atualizado em .

01 · 20 verbetes

Avaliação inicial

Ferramentas para organizar o primeiro contato, reconhecer gravidade e comunicar a fisiologia da criança.

AVDI / AVPU

Triagem rápida do nível de consciência que descreve se a criança está alerta ou responde à voz, à dor ou não responde, útil para reconhecer deterioração antes de uma avaliação neurológica mais detalhada.

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Escala de Coma de Glasgow pediátrica

Versão adaptada da Escala de Coma de Glasgow para crianças pequenas, preservando os domínios ocular, verbal e motor, mas ajustando principalmente a resposta verbal ao desenvolvimento.

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Triângulo de Avaliação Pediátrica (TAP)

Impressão observacional rápida baseada em aparência, trabalho respiratório e circulação para a pele, usada antes do exame físico detalhado para reconhecer fisiologia ameaçadora.

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XABCDE no trauma pediátrico

Adaptação da avaliação primária no trauma que antecipa o controle de hemorragia externa exsanguinante antes de via aérea, respiração, circulação, neurologia e exposição.

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Avaliação primária pediátrica

Avaliação sistemática ABCDE que identifica e trata ameaças imediatas à vida enquanto o profissional avança por via aérea, respiração, circulação, neurologia e exposição.

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Avaliação secundária pediátrica

Etapa posterior à estabilização inicial que combina história SAMPLE, exame físico dirigido e exames complementares para definir a causa e orientar tratamento específico.

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SAMPLE na emergência pediátrica

Estrutura de história dirigida para coletar sintomas, alergias, medicamentos, antecedentes, última ingestão e eventos relacionados ao quadro sem perder informações críticas sob pressão.

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Tempo de enchimento capilar (TEC)

Marcador clínico de perfusão periférica que ganha valor quando interpretado junto de temperatura, pulsos, estado mental, pressão e tendência hemodinâmica, e não como número isolado.

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Avaliação de pulsos em pediatria

Exame de frequência, regularidade, amplitude e relação entre pulsos centrais e periféricos para interpretar perfusão, ritmo e possível deterioração circulatória.

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Hipotensão pediátrica

Achado tardio de falência compensatória em muitas crianças, cuja interpretação depende de idade, tendência, perfusão e contexto, não apenas de um valor isolado de pressão arterial.

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Triagem pediátrica

Priorização inicial da criança segundo risco fisiológico e necessidade de intervenção, antes do diagnóstico definitivo.

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PEWS — Pediatric Early Warning Score

Ferramenta de alerta para reconhecer deterioração clínica por combinação de parâmetros fisiológicos e observacionais.

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Aparência na avaliação pediátrica

Leitura rápida de interação, tônus, consolabilidade, olhar e resposta ao ambiente como marcador global de função cerebral e perfusão.

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Avaliação da dor pediátrica

Mensuração da dor com instrumento adequado ao desenvolvimento, comportamento e capacidade de comunicação da criança.

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Desidratação pediátrica

Déficit de água e eletrólitos estimado clinicamente por história, perfusão, mucosas, diurese, peso e estado geral.

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Estado mental alterado

Mudança aguda de interação, orientação, resposta ou comportamento que exige investigação rápida de causas reversíveis e neurológicas.

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Hipoglicemia pediátrica

Baixa glicemia como causa reversível de alteração neurológica, convulsão ou instabilidade, exigindo confirmação e tratamento conforme contexto.

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Glicemia capilar na emergência pediátrica

Teste rápido de glicose usado como extensão do ABCDE em alteração de consciência, convulsão, choque e situações metabólicas.

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Temperatura na avaliação pediátrica

Medida que deve ser interpretada junto de idade, técnica, perfusão e contexto, especialmente em lactentes e crianças graves.

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Diurese como marcador de perfusão

Produção urinária usada como indicador tardio e integrado de perfusão renal, estado volêmico e função orgânica.

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02 · 36 verbetes

Respiração e via aérea

Sinais de esforço, oxigenação, ventilação e estratégias de suporte respiratório.

Estridor

Ruído respiratório áspero produzido por fluxo turbulento em via aérea superior estreitada, cuja gravidade depende mais do contexto, esforço e entrada de ar do que do volume do som isoladamente.

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Sibilância

Som musical geralmente expiratório associado ao estreitamento de vias aéreas intratorácicas, que descreve um fenômeno auscultatório e não distingue sozinho asma, bronquiolite ou outras causas.

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Tiragem intercostal e subcostal

Retração visível da parede torácica durante a inspiração que sinaliza aumento do trabalho respiratório e deve ser interpretada pela intensidade, tendência e associação com entrada de ar e fadiga.

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Batimento de asa de nariz

Abertura ativa das narinas durante a inspiração, sinal de recrutamento respiratório acessório particularmente útil em lactentes e crianças pequenas.

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Gemência expiratória

Som expiratório produzido por fechamento parcial da glote para manter pressão expiratória, associado a dificuldade respiratória relevante e necessidade de avaliação rápida da fisiologia respiratória.

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Desconforto respiratório

Estado em que a criança aumenta o trabalho respiratório para manter ventilação e oxigenação, ainda com mecanismos compensatórios ativos e potencial de progressão para falência.

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Insuficiência/falência respiratória

Incapacidade de manter oxigenação, ventilação ou ambas, frequentemente marcada por fadiga, alteração do sensório e perda dos mecanismos compensatórios vistos no desconforto respiratório.

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Hipoxemia

Redução da oxigenação arterial que pode resultar de hipoventilação, desajuste ventilação-perfusão, shunt, limitação de difusão ou baixa oferta inspirada de oxigênio.

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Hipercapnia

Elevação de CO₂ arterial geralmente associada a ventilação alveolar insuficiente, que pode coexistir com saturação aparentemente aceitável quando há oxigênio suplementar.

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SpO₂ — saturação periférica de oxigênio

Estimativa não invasiva da saturação de hemoglobina pelo oxímetro, útil para tendência de oxigenação, mas dependente de perfusão, qualidade de sinal e contexto clínico.

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FiO₂ — fração inspirada de oxigênio

Fração de oxigênio no gás inspirado, que varia de aproximadamente 0,21 no ar ambiente a valores maiores conforme dispositivo, fluxo, vedação e estratégia ventilatória.

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Ventilação bolsa-válvula-máscara

Ventilação com pressão positiva por bolsa e máscara, intervenção fundamental para criança apneica ou com ventilação inadequada e frequentemente eficaz antes de uma via aérea avançada.

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Cânula orofaríngea e nasofaríngea

Adjuntos simples de via aérea usados para reduzir obstrução por tecidos moles em pacientes selecionados, com escolha condicionada por nível de consciência, anatomia e contraindicações.

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Aspiração de via aérea

Remoção de secreções, sangue ou conteúdo que obstrui via aérea, útil quando material interfere no fluxo ou ventilação, mas capaz de causar hipóxia, trauma e resposta vagal se excessiva.

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Capnografia / ETCO₂

Monitorização contínua do CO₂ expirado que informa ventilação, ajuda a confirmar e acompanhar via aérea avançada e fornece tendência útil durante ressuscitação.

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VNI — ventilação não invasiva

Suporte ventilatório por interface sem tubo traqueal, útil em pacientes selecionados com trabalho respiratório aumentado que ainda mantêm proteção de via aérea e capacidade de cooperação compatível.

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IOT — intubação orotraqueal

Colocação de tubo traqueal pela boca para garantir via aérea, ventilação e proteção em situações em que medidas menos invasivas não sustentam o paciente adequadamente.

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Crupe (laringotraqueíte)

Síndrome geralmente viral de obstrução subglótica caracterizada por tosse metálica, rouquidão e estridor, cuja gravidade é definida pelo estado clínico e grau de obstrução.

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Bronquiolite

Infecção viral de vias aéreas inferiores em lactentes, diagnosticada clinicamente, cujo manejo é predominantemente de suporte e orientado por alimentação, apneia, esforço e oxigenação.

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Anafilaxia

Reação sistêmica aguda potencialmente fatal, frequentemente com comprometimento respiratório e/ou circulatório, em que epinefrina intramuscular precoce é a intervenção central.

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Taquipneia pediátrica

Elevação da frequência respiratória que deve ser comparada com idade, temperatura, esforço respiratório e contexto metabólico.

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Apneia pediátrica

Interrupção respiratória clinicamente relevante que pode preceder bradicardia e parada, sobretudo em lactentes.

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Cianose

Coloração azulada que precisa ser diferenciada em central e periférica e correlacionada à oxigenação e perfusão.

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Obstrução de via aérea superior

Redução do fluxo em nasofaringe, orofaringe, laringe ou traqueia proximal, geralmente associada a estridor e esforço inspiratório.

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Obstrução de via aérea inferior

Limitação ao fluxo em brônquios e bronquíolos, tipicamente associada a sibilância, expiração prolongada e aprisionamento aéreo.

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Oxigenoterapia pediátrica

Administração de oxigênio para corrigir hipoxemia, com dispositivo e alvo definidos pelo quadro e pela necessidade de escalonamento.

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Cânula nasal de alto fluxo

Suporte respiratório com fluxo aquecido e umidificado que pode reduzir trabalho respiratório e fornecer FiO₂ controlada.

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PEEP — pressão positiva expiratória final

Pressão mantida ao final da expiração para recrutar alvéolos e melhorar oxigenação, com efeitos simultâneos sobre hemodinâmica.

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Relação ventilação-perfusão

Relação entre ar que alcança os alvéolos e sangue que os perfunde, fundamental para interpretar hipoxemia.

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Acidose respiratória

Queda do pH por retenção de CO₂, geralmente indicando ventilação alveolar insuficiente em relação à produção de CO₂.

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Alcalose respiratória

Elevação do pH relacionada à redução de PaCO₂ por hiperventilação, comum em dor, ansiedade, hipóxia e doença sistêmica.

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Laringoespasmo

Fechamento reflexo das cordas vocais que pode causar obstrução abrupta, frequentemente em contexto perioperatório ou irritação de via aérea.

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Corpo estranho em via aérea

Obstrução aguda por objeto aspirado, com abordagem diferente conforme tosse eficaz, troca de ar e nível de consciência.

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Estado asmático

Exacerbação asmática grave ou refratária com risco de falência respiratória e necessidade de tratamento escalonado.

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Gravidade da pneumonia pediátrica

Estratificação baseada em oxigenação, esforço, alimentação, estado geral e complicações, mais útil que radiografia isolada.

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Derrame pleural pediátrico

Acúmulo de líquido pleural que pode complicar pneumonia e alterar mecânica respiratória, exigindo avaliação de tamanho e repercussão.

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03 · 25 verbetes

Circulação e choque

Perfusão, pressão, tipos de choque, acesso vascular e alterações de frequência com repercussão hemodinâmica.

PAM — pressão arterial média

Estimativa da pressão média ao longo do ciclo cardíaco, útil para acompanhar perfusão e resposta hemodinâmica, mas sem alvo pediátrico universal aplicável a todos os cenários.

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Choque compensado vs descompensado

Diferencia fases em que mecanismos compensatórios ainda preservam pressão e perfusão central daquelas em que a compensação falha e a hipotensão aparece.

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Choque hipovolêmico

Choque por redução de volume intravascular, comum em perdas gastrointestinais ou hemorrágicas, com queda de pré-carga e débito cardíaco antes de hipotensão tardia.

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Choque distributivo

Choque caracterizado por distribuição inadequada do fluxo e alteração do tônus vascular, frequentemente associado a sepse ou anafilaxia e capaz de apresentar perfusão periférica fria ou quente.

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Choque séptico

Disfunção circulatória associada à infecção e resposta sistêmica, em que reconhecimento de hipoperfusão, antimicrobianos precoces, controle de foco e suporte hemodinâmico precisam ocorrer em paralelo.

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Choque cardiogênico

Choque por falha da bomba cardíaca, em que perfusão inadequada pode coexistir com congestão e reposição volêmica agressiva pode piorar a fisiologia.

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Choque obstrutivo

Choque por impedimento mecânico ao enchimento ou à ejeção cardíaca, como pneumotórax hipertensivo, tamponamento ou embolia, em que a correção da obstrução é decisiva.

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Acesso intraósseo

Via vascular de emergência para administração rápida de fluidos e medicamentos quando acesso venoso confiável não é obtido em tempo compatível com a gravidade.

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Bradicardia pediátrica

Frequência cardíaca inadequadamente baixa para idade e contexto, particularmente preocupante quando associada a hipoxemia, hipoperfusão ou deterioração do nível de consciência.

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Taquicardia pediátrica

Frequência cardíaca elevada que pode representar resposta fisiológica a febre, dor ou choque ou uma taquiarritmia primária, exigindo correlação com idade, variabilidade, início e perfusão.

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Perfusão periférica

Avaliação integrada de temperatura, cor, enchimento capilar e pulsos periféricos como janela para circulação efetiva.

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Pressão de pulso

Diferença entre pressão sistólica e diastólica que pode oferecer pistas sobre volume sistólico e tônus vascular.

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Moteamento cutâneo

Padrão irregular de coloração cutânea associado a vasoconstrição e perfusão heterogênea, útil como sinal de tendência.

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Lactato na emergência pediátrica

Biomarcador de estresse metabólico que pode ajudar a estratificar gravidade e acompanhar tendência, sem ser específico de hipóxia tecidual.

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Responsividade a fluidos

Probabilidade de aumento relevante do débito após volume, distinta da pergunta se a criança realmente precisa ou tolera mais fluido.

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Drogas vasoativas em pediatria

Agentes usados para modificar tônus vascular, contratilidade ou ambos quando perfusão permanece inadequada apesar de medidas iniciais.

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Epinefrina em infusão

Catecolamina com efeitos inotrópicos e vasopressores tituláveis usada em choque selecionado e suporte cardiovascular.

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Norepinefrina em pediatria

Vasopressor predominantemente alfa-adrenérgico usado quando vasodilatação e baixa resistência vascular são componentes importantes do choque.

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Dobutamina em pediatria

Inotrópico usado para aumentar contratilidade em baixo débito com pressão e resistência vascular que permitam seu uso.

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Débito cardíaco em pediatria

Produto de frequência cardíaca e volume sistólico, determinante central da entrega de oxigênio aos tecidos.

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Resistência vascular sistêmica

Componente do sistema circulatório que influencia pressão arterial e distribuição de fluxo, podendo estar alta ou baixa nos diferentes tipos de choque.

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Miocardite pediátrica

Inflamação miocárdica que pode se apresentar como insuficiência cardíaca, arritmia, choque ou quadro inespecífico respiratório/gastrointestinal.

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Taquicardia supraventricular pediátrica

Taquiarritmia regular de início geralmente abrupto, importante de diferenciar de taquicardia sinusal pela frequência, variabilidade e contexto.

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Taquicardia ventricular pediátrica

Taquicardia de complexo largo potencialmente ameaçadora, cuja abordagem depende de pulso e estabilidade hemodinâmica.

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Choque refratário pediátrico

Persistência de hipoperfusão apesar de tratamento inicial adequado, exigindo reavaliação de mecanismo e suporte hemodinâmico avançado.

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04 · 14 verbetes

Neurologia

Crises convulsivas e avaliação neurológica aguda com foco em reconhecimento e estabilização.

Convulsão febril simples vs complexa

Classificação que separa crises febris breves, generalizadas e únicas de apresentações focais, prolongadas, recorrentes ou com recuperação neurológica incompleta.

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Estado de mal epiléptico

Crise convulsiva prolongada ou recorrente sem recuperação adequada, tratada como emergência tempo-dependente porque duração maior reduz a chance de cessação espontânea e aumenta risco sistêmico.

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Período pós-ictal

Fase transitória de alteração neurológica após crise, cuja duração e recuperação ajudam a diferenciar evolução esperada de complicação.

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Crise convulsiva focal

Evento epiléptico iniciado em rede cerebral localizada, com manifestações motoras, sensitivas, autonômicas ou cognitivas.

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Estado de mal não convulsivo

Atividade epiléptica persistente sem manifestações motoras generalizadas evidentes, suspeitada diante de alteração de consciência inexplicada.

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Meningismo

Conjunto de sinais de irritação meníngea que pode apoiar suspeita de meningite, mas tem sensibilidade limitada em lactentes.

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Encefalopatia aguda

Disfunção cerebral difusa manifestada por alteração de consciência, comportamento ou cognição, com múltiplas causas possíveis.

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Edema cerebral

Aumento de água no tecido cerebral com risco de elevação da pressão intracraniana e herniação em situações específicas.

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Hipertensão intracraniana

Elevação da pressão intracraniana com risco de redução da perfusão cerebral e herniação, reconhecida por contexto e sinais clínicos.

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Avaliação pupilar

Exame de tamanho, simetria e reatividade pupilar como componente rápido da avaliação neurológica seriada.

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Delirium pediátrico

Alteração aguda e flutuante de atenção e cognição, frequente em crianças criticamente doentes e muitas vezes subdiagnosticada.

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Coma pediátrico

Estado de ausência persistente de vigília e resposta apropriada, exigindo estabilização e investigação etiológica imediatas.

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Sinais de alerta na cefaleia pediátrica

Características que aumentam preocupação com causa secundária, como déficit focal, alteração de consciência ou padrão progressivo.

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Ataxia aguda pediátrica

Alteração súbita de coordenação ou marcha que pode decorrer de causas tóxicas, pós-infecciosas, cerebelares ou estruturais.

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05 · 45 verbetes

Ressuscitação

RCP, ritmos, desfibrilação, cardioversão, causas reversíveis e cuidado após retorno da circulação.

PALS / SAVP

Estrutura de suporte avançado pediátrico que organiza reconhecimento, estabilização e tratamento de deterioração respiratória, choque, bradicardia, taquicardia e parada cardiorrespiratória.

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RCP pediátrica

Ressuscitação com compressões e ventilação de alta qualidade em criança com parada ou bradicardia profunda com hipoperfusão conforme critérios do suporte pediátrico.

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Parada cardiorrespiratória pediátrica

Perda de circulação efetiva em lactentes ou crianças, frequentemente precedida por falência respiratória ou choque, que exige RCP imediata e tratamento conforme o ritmo.

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Ritmos chocáveis e não chocáveis

Classificação operacional dos ritmos de parada em FV/TV sem pulso, que recebem desfibrilação, e assistolia/AESP, em que choque não é indicado.

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Desfibrilação pediátrica

Choque elétrico não sincronizado indicado em fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, com energia baseada no peso e mínima interrupção das compressões.

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Cardioversão sincronizada

Choque elétrico sincronizado ao QRS usado em taquiarritmia com pulso e instabilidade, reduzindo o risco de aplicar energia durante a fase vulnerável da repolarização.

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Retorno da circulação espontânea (ROSC)

Retorno de pulso e circulação efetiva após parada, marco que inicia imediatamente o cuidado pós-PCR para proteger oxigenação, ventilação, pressão e função neurológica.

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Hs e Ts na parada pediátrica

Estrutura mnemônica para procurar causas reversíveis de parada, como hipóxia, hipovolemia, distúrbios metabólicos, tamponamento, pneumotórax, trombose e toxinas.

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Suporte básico de vida pediátrico

Sequência de reconhecimento, acionamento de ajuda, compressões e ventilação destinada a manter fluxo e oxigenação até suporte avançado.

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DEA em pediatria

Uso de desfibrilador automático em criança com parada, preferindo atenuação pediátrica quando disponível sem atrasar choque.

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Relação compressão-ventilação na RCP pediátrica

Proporção de compressões e ventilações que varia conforme número de socorristas e presença de via aérea avançada.

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Profundidade das compressões pediátricas

Compressões suficientemente profundas para gerar fluxo, ajustadas ao tamanho torácico e com retorno completo do tórax.

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Frequência das compressões na RCP

Cadência de compressões definida para equilibrar fluxo coronariano, enchimento e tempo de retorno do tórax.

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Epinefrina na parada pediátrica

Vasopressor usado durante parada conforme ritmo e algoritmo, com objetivo de elevar pressão de perfusão coronariana e cerebral.

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Amiodarona na PCR pediátrica

Antiarrítmico considerado em FV/TV sem pulso refratária dentro do algoritmo de ritmo chocável.

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Lidocaína na PCR pediátrica

Alternativa antiarrítmica para FV/TV sem pulso refratária em algoritmos contemporâneos de ressuscitação pediátrica.

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Monitorização da qualidade da RCP

Uso de parâmetros mecânicos e fisiológicos para identificar compressões inadequadas e melhorar desempenho durante ressuscitação.

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Fração de compressão torácica

Proporção do tempo de parada em que compressões estão sendo efetivamente realizadas, usada como marcador de continuidade da RCP.

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Oxigenação após ROSC

Ajuste de oxigênio após retorno da circulação para evitar tanto hipoxemia quanto hiperóxia sustentada.

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Ventilação após ROSC

Controle da ventilação após retorno da circulação para evitar hipercapnia ou hipocapnia extremas e proteger perfusão cerebral.

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Controle de temperatura pós-parada

Prevenção de febre e manejo térmico protocolado após parada, integrado ao cuidado neurológico pós-ROSC.

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ECPR pediátrica

Uso de suporte extracorpóreo durante ressuscitação em cenários altamente selecionados e centros com capacidade específica.

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Parada traumática pediátrica

Parada associada a trauma em que controle de hemorragia, oxigenação e causas mecânicas reversíveis ganham prioridade específica.

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Ressuscitação no afogamento

Ressuscitação de causa predominantemente hipóxica em que ventilação precoce e oxigenação têm importância central.

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Anafilaxia na emergência pediátrica

Reação sistêmica grave de início rápido em que epinefrina intramuscular é a intervenção de primeira linha.

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Parada por intoxicação

Parada em que identificação do agente e uso de antídotos ou terapias específicas podem ser decisivos além do algoritmo padrão.

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Causas reversíveis da PCR pediátrica

Busca sistemática por causas tratáveis durante ressuscitação, organizada em hipóxia, hipovolemia, distúrbios metabólicos e causas mecânicas/toxicológicas.

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Liderança e comunicação na RCP

Organização de equipe com funções claras, comunicação em alça fechada e antecipação de próximos passos durante ressuscitação.

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Debriefing pós-ressuscitação

Revisão estruturada após evento crítico para identificar acertos, falhas de processo e oportunidades de melhoria clínica e de sistema.

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Presença da família durante RCP

Possibilidade de presença de familiares durante ressuscitação quando há suporte adequado e isso não interfere no cuidado.

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Prognóstico neurológico pós-parada

Avaliação multimodal e seriada do potencial de recuperação neurológica após PCR, evitando conclusões precoces baseadas em um único achado.

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Convulsões após parada cardíaca

Complicação neurológica pós-ROSC que pode ser clínica ou eletrográfica e exige reconhecimento e tratamento conforme diretriz.

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Pressão arterial após ROSC

Manutenção de pressão e perfusão adequadas após retorno da circulação para reduzir lesão secundária de cérebro e outros órgãos.

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ECG após ROSC

Avaliação elétrica após retorno da circulação para identificar arritmias, isquemia, distúrbios de condução ou pistas etiológicas.

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Acesso vascular durante PCR pediátrica

Obtenção rápida de acesso intravenoso ou intraósseo sem interromper RCP, priorizando a via que possa ser estabelecida com menor atraso.

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Capnografia durante RCP

Monitorização contínua do CO₂ expirado que pode ajudar a avaliar ventilação, qualidade de compressões e retorno da circulação.

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Hiperventilação durante RCP

Erro frequente de ventilação acima do necessário, capaz de elevar pressão intratorácica e reduzir retorno venoso durante ressuscitação.

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Assistolia pediátrica

Ritmo não chocável sem atividade elétrica ventricular efetiva, tratado com RCP de alta qualidade, epinefrina e busca de causas reversíveis.

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Atividade elétrica sem pulso

Atividade elétrica organizada no monitor sem pulso central efetivo, representando estado de fluxo crítico e causa subjacente a ser corrigida.

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Fibrilação ventricular pediátrica

Ritmo caótico sem débito efetivo e indicação imediata de desfibrilação associada a RCP de alta qualidade.

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Taquicardia ventricular sem pulso

Taquicardia ventricular sem circulação efetiva, tratada como ritmo chocável com desfibrilação e RCP imediata.

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Energia de desfibrilação pediátrica

Energia de choque ajustada ao peso em ritmos chocáveis, com escalonamento conforme resposta e algoritmo vigente.

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Sincronização na cardioversão

Função do desfibrilador que alinha o choque ao QRS para reduzir risco de induzir fibrilação ventricular.

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Bradicardia pediátrica com pulso

Frequência baixa para idade com repercussão, frequentemente consequência de hipóxia, que exige ventilação eficaz e suporte circulatório.

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Taquicardia pediátrica com pulso

Abordagem da frequência elevada baseada em estabilidade, largura do QRS e diferenciação entre sinusal e arritmia.

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