Cardioversão sincronizada é usada quando uma taquiarritmia com pulso está produzindo instabilidade hemodinâmica e o tratamento elétrico é necessário. O desfibrilador identifica o QRS e libera energia em momento sincronizado, evitando a fase vulnerável da onda T.
O procedimento é diferente da desfibrilação de FV/TV sem pulso. Aqui existe circulação e, quando a situação permite, analgesia e sedação devem ser consideradas sem atrasar cardioversão de uma criança instável.
Instabilidade é a indicação clínica, não apenas frequência alta
Hipotensão, alteração de consciência, sinais de choque ou insuficiência cardíaca associados à taquiarritmia aumentam a urgência. Taquicardia sinusal causada por febre ou hipovolemia não deve ser cardiovertida; a causa precisa ser tratada.
Confirme sincronização antes do choque
O marcador de sincronismo deve aparecer adequadamente sobre os complexos. Após cada choque, alguns aparelhos desligam o modo sincronizado e precisam ser reconfigurados antes de uma nova tentativa.
Se perde pulso, o algoritmo muda
Uma criança que evolui de taquiarritmia com pulso para TV sem pulso entra no algoritmo de PCR e recebe desfibrilação não sincronizada. Reconhecer essa transição rapidamente evita aplicar a técnica errada.
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