Calculadora de medicamentos pediátricos

Dose pediátrica por peso

Pesquise por indicação clínica, medicamento ou classe e calcule sem login, cadastro ou assinatura. Ex.: asma, otite, antibiótico, amoxicilina.

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Feito para o ponto de cuidado no Brasil

Regimes permanecem separados por indicação e fonte. A calculadora usa princípio ativo, forma e concentração; marcas não determinam a dose. Apresentações e preparo são priorizados para a realidade de uso brasileira.

Usos por indicação clínica

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Cada entrada reúne apenas medicamentos com regime documentado para aquele contexto; não é ranking de tratamento.

Asma / broncoespasmo

Regimes documentados para exacerbação aguda, organizados para acesso rápido por gravidade e papel no manejo.

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Crupe / laringotraqueíte

Manejo operacional do crupe por gravidade, com corticosteroide em todos os graus e adrenalina nebulizada nos quadros moderados/graves quando indicada.

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Otite média aguda

Decisão entre analgesia, observação e antibiótico na otite média aguda, com os regimes calculáveis subordinados à indicação clínica — não o contrário.

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Meningite bacteriana

Referência de emergência para suspeita de meningite bacteriana, priorizando estabilização e antibioticoterapia sem transformar ceftriaxona isolada em algoritmo empírico completo.

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Febre e dor

Manejo do desconforto associado a febre ou dor sem tratar o termômetro como diagnóstico, com opções de monoterapia e limites por idade/peso.

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Náuseas e vômitos

Abordagem do vômito por causa, hidratação e sinais de alarme; antieméticos aparecem apenas nos cenários em que existe indicação e regime documentados.

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Rinite, urticária e manifestações alérgicas

Referência para manifestações alérgicas leves/moderadas, com separação explícita da anafilaxia — condição em que anti-histamínico não substitui epinefrina.

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Candidíase oral

Tratamento tópico da candidíase oral pediátrica com regimes separados por faixa etária e um limite explícito: nistatina oral não trata doença esofágica ou invasiva.

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Parasitoses intestinais

Tratamento antiparasitário orientado pelo agente e pela indicação — sem transformar 'vermífugo' em uma escolha genérica para qualquer parasitose.

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Giardíase

Giardíase com foco em hidratação, escolha de tratamento por contexto e investigação de persistência antes de simplesmente trocar ou somar fármacos.

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Anafilaxia

Conduta de emergência centrada em reconhecimento rápido e epinefrina IM imediata, com medidas de suporte subordinadas à resposta clínica.

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Convulsão aguda / status epiléptico

Fluxo de emergência para crise convulsiva prolongada, separando tratamento benzodiazepínico inicial de carga em status refratário.

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Parada cardiorrespiratória

Referência operacional por ritmo: RCP de alta qualidade, desfibrilação quando indicada e epinefrina no momento correto, sem misturar os caminhos chocável e não chocável.

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Bronquiolite viral aguda

Protocolo centrado em suporte, oxigenação, hidratação e critérios de gravidade — sem transformar broncodilatadores, adrenalina ou corticosteroides em rotina.

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Gastroenterite aguda / desidratação

Conduta centrada na avaliação de desidratação e terapia de reidratação, com antiemético apenas como facilitador em cenário selecionado.

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Pneumonia adquirida na comunidade

Avaliação de gravidade e tratamento da pneumonia comunitária, com amoxicilina como regime oral de primeira escolha quando provável etiologia bacteriana e manejo ambulatorial forem apropriados.

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Infecção do trato urinário

Referência para suspeita/diagnóstico de ITU com separação entre quadro oralmente tratável e situações febris, tóxicas ou incapazes de tolerar via oral.

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Faringoamigdalite estreptocócica

Diagnóstico dirigido e erradicação de Streptococcus pyogenes, evitando antibiótico em faringite viral e preservando o esquema completo quando o tratamento estiver indicado.

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Sinusite bacteriana aguda

Diagnóstico clínico por padrão de evolução e tratamento antimicrobiano seletivo, com observação possível em casos não complicados e amoxicilina no cenário apropriado.

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Convulsão febril

Avaliação da crise febril com distinção entre crise simples já cessada e convulsão prolongada que exige tratamento abortivo e investigação dirigida.

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Constipação funcional

Abordagem da constipação funcional com avaliação de impactação, hábitos de manutenção e lactulose por faixa etária quando o laxativo estiver indicado.

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Taquicardia supraventricular com pulso

Fluxo PALS 2025 para provável TSV com pulso: suporte inicial, manobras vagais quando estável, adenosina em push rápido e cardioversão sincronizada quando há comprometimento cardiopulmonar.

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Taquicardia de QRS largo com pulso

Fluxo PALS 2025 centrado em estabilidade hemodinâmica: cardioversão sincronizada quando há comprometimento e adenosina apenas no cenário estável, regular e monomórfico em que o algoritmo permite considerá-la.

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Bradicardia sintomática com pulso

Algoritmo PALS 2025 com prioridade para oxigenação/ventilação, RCP quando FC <60/min com comprometimento persistente, epinefrina IV/IO e atropina apenas em tônus vagal aumentado ou bloqueio AV primário.

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Influenza com indicação de antiviral

Uso de oseltamivir quando há indicação clínica, separando pacientes hospitalizados/graves ou de maior risco dos quadros leves sem fator de risco.

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Encefalite herpética

Suspeita de encefalite por HSV exige tratamento antiviral intravenoso precoce e investigação neurológica/infecciosa sem esperar confirmação quando a suspeita clínica é relevante.

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Pielonefrite / ITU febril

Conduta inicial para ITU febril/pielonefrite com decisão entre manejo oral e parenteral conforme idade, estado geral e tolerância, e alternativas parenterais documentadas em protocolo pediátrico brasileiro.

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Sepse / choque séptico

Protocolo operacional da primeira hora para sepse/choque séptico pediátrico: reconhecer disfunção orgânica, obter culturas sem atrasar tratamento, administrar antimicrobiano no tempo adequado, titular fluido à perfusão e iniciar vasoativo precocemente quando o choque persiste ou volume deixa de ser apropriado.

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Pneumonia grave / necessidade de internação

Complemento da pneumonia comunitária ambulatorial, focado em hipóxia, falha respiratória, necessidade de internação e seleção antimicrobiana hospitalar pelo contexto.

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Mastoidite aguda

Reconhecimento de complicação de otite com necessidade de tratamento hospitalar e avaliação otorrinolaringológica, sem reduzir o quadro a antibiótico ambulatorial.

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Celulite / erisipela

Estratificação de infecção de pele por extensão, toxicidade, necrose e risco de complicação, com terapia orientada por gravidade e protocolo local.

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Impetigo

Conduta por extensão e forma clínica, distinguindo doença localizada de doença extensa ou sistêmica.

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Coqueluche

Tratamento antimicrobiano e controle de transmissão com azitromicina, preservando as diferenças de esquema antes e depois de 6 meses.

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Hipoglicemia sintomática

Conduta imediata por gravidade, priorizando via enteral quando possível e glicose 10% 2 mL/kg IV em hipoglicemia grave, com investigação etiológica antes da correção quando isso não atrasar tratamento.

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Intoxicação por paracetamol

Fluxo toxicológico que separa indicação do antídoto do cálculo da acetilcisteína e diferencia ingestão aguda, liberação modificada e ingestão supraterapêutica repetida.

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Urticária aguda sem anafilaxia

Conduta sintomática para urticária isolada, com anti-histamínico por idade e separação explícita da anafilaxia.

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Além das doses

Ferramentas e referências clínicas

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Cálculos e referências pediátricas com o mesmo padrão de origem, autoria e conteúdo rastreável usado no catálogo de medicamentos.

Novos no catálogo

Medicamentos adicionados recentemente

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Acetazolamida

Crianças: epilepsia e glaucoma 8 a 30 mg/kg/dia em 3 tomadas; hipertensão intracraniana/hidrocefalia 15 a 25 mg/kg/dia em 2 a 3 tomadas (máximo 1 g/dia); diurético e alcalinizante urinário 5 mg/kg/dia em dose única. (A bula FDA informa que segurança e eficácia em pediatria não foram estabelecidas e relata retardo de crescimento no uso prolongado, por acidose crônica; as doses pediátricas vêm do Manual do Einstein.)

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Bicarbonato de sódio

Crianças: reanimação 1 mEq/kg IV/IO lento após ventilação adequada; acidose metabólica sem déficit conhecido 2 a 5 mEq/kg IV em 4 a 8 horas; intoxicação por tricíclicos 1 a 2 mEq/kg. Em neonatos e menores de 2 anos, evitar injeção rápida de solução hipertônica.

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Cafeína (citrato)

Apneia da prematuridade: dose de ataque de 10 a 20 mg/kg de citrato de cafeína e manutenção de 5 mg/kg/dia, iniciada 24 horas depois. Uso neonatal; não aplicar a crianças maiores.

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Clonazepam

Epilepsia em lactentes e crianças até 10 anos ou 30 kg: dose inicial de 0,01 a 0,03 mg/kg/dia (máximo 0,05 mg/kg/dia) em 2 a 3 tomadas, com manutenção de 0,1 a 0,2 mg/kg/dia. De 10 a 16 anos: 1,5 mg/dia em 3 tomadas, até 6 mg/dia.

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Dexmedetomidina

Manual Einstein, crianças: ataque de 0,5 a 1 mcg/kg e manutenção de 0,2 a 0,7 mcg/kg/h. Bula FDA (sedação para procedimentos não invasivos): 1 mês a < 2 anos, ataque de 1,5 mcg/kg em 10 min e manutenção de 0,5 a 1,5 mcg/kg/h; 2 a < 18 anos, ataque de 2 mcg/kg e manutenção de 0,5 a 1,5 mcg/kg/h.

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Dobutamina

Infusão contínua IV: 2 a 20 mcg/kg/min em crianças (Manual Einstein); a bula FDA descreve 2,5 a 15 mcg/kg/min em adultos (até 40) e não estudou pediatria.

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Dopamina

Infusão contínua IV: crianças 5 a 20 mcg/kg/min e neonatos 1 a 20 mcg/kg/min (Manual Einstein); a bula FDA inicia com 2 a 5 mcg/kg/min em adultos e crianças, titulando até no máximo 50 mcg/kg/min.

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Doxiciclina

Em crianças ≤ 8 anos a bula restringe o uso a condições graves ou com risco de vida (ex.: febre maculosa, antraz) quando os benefícios superam os riscos, pelo risco de alteração permanente da cor dos dentes. O Ministério da Saúde a define como antimicrobiano de escolha na febre maculosa em qualquer faixa etária. Abaixo de 45 kg a dose é por peso; a partir de 45 kg usa-se a dose de adulto.

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Catálogo A–Z

127 princípios ativos

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Emergência pediátrica

Suporte avançado de vida

Para abordagem sistemática da criança grave, RCP, choque, via aérea e algoritmos de suporte avançado, use o SAVP.online como referência complementar.

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Metodologia

Fonte antes do cálculo

Bula, diretriz, protocolo institucional e manual técnico permanecem separados por indicação e proveniência.

Como o conteúdo é produzido

Comparação transparente

Dose Pediátrica vs PedAjuda

Cadastro, acesso, catálogo e metodologia comparados somente com informações públicas e fontes visíveis.

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Histórico

Atualizações recentes

Protocolos, medicamentos e mudanças editoriais recém-publicadas.

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  1. Dexclorfeniramina

    Dose por peso (0,5 gota/kg) confirmada na página oficial do fabricante (5 ou 10 gotas por dose, ou 1 gota para cada 2 kg); removido teto diário que a fonte não traz.

  2. Racecadotrila

    Dose de 1,5 mg/kg por dose, 3 vezes ao dia, confirmada no texto da bula; idade mínima de 3 meses imposta e teto de 60 mg por dose estruturado.

  3. Sulfato de magnésio

    Regimes conferidos no RCH (asma: 50 mg/kg, máx. 2 g), no CHOP (torsades: 50 mg/kg, máx. 2 g) e no Manual Farmacêutico (hipomagnesemia); idade mínima imposta no regime de reposição.

  4. Azitromicina

    Regimes conferidos nas bulas (Eurofarma, Geolab) e nas diretrizes do CDC (coqueluche: 10 mg/kg no dia 1, depois 5 mg/kg); tetos por dose estruturados (500 mg/dia; 1.500 mg na dose única da otite).

  5. Ampicilina

    Regimes conferidos no Manual Farmacêutico e na diretriz da UCSF para pneumonia comunitária internada (50 mg/kg/dose, máx. 2.000 mg, a cada 6 horas).

  6. Ampicilina + sulbactam

    Regimes conferidos no Manual Farmacêutico, na bula do fabricante e na diretriz da UCSF para mastoidite (50 mg de ampicilina/kg/dose, máx. 2.000 mg, a cada 6 horas); teto por dose corrigido.