ReavaliaçãoApós tratamento sintomático, reavaliar pele/mucosas e, sobretudo, via aérea, respiração, circulação e progressão sistêmica. Surgimento de sintomas respiratórios, hipotensão, síncope ou comprometimento multissistêmico redefine o quadro como possível anafilaxia e muda imediatamente a prioridade terapêutica.
EscalonamentoQualquer evolução compatível com anafilaxia → interromper o fluxo de manifestação alérgica isolada, administrar epinefrina conforme o protocolo de anafilaxia e escalar suporte de via aérea/circulação conforme necessidade. Angioedema progressivo de língua/laringe, estridor, broncoespasmo importante ou instabilidade exige ambiente de emergência.
DestinoSintomas cutâneos/rinite isolados, estáveis e sem progressão sistêmica podem ter manejo ambulatorial com orientação de retorno e investigação etiológica quando indicada. Reação sistêmica ou suspeita de anafilaxia segue o protocolo e período de observação próprios, não este fluxo simplificado.
Limites da referênciaManifestações leves/moderadas devem ser distinguidas de anafilaxia; anti-histamínicos não substituem epinefrina.