Navegação clínica
Indicações clínicas
Entre pela condição, não pelo medicamento. Cada página organiza enquadramento, ações iniciais, sinais de alarme, sequência terapêutica ou suporte, cálculos quando aplicáveis, reavaliação e fontes.
Ponto de cuidado
Urgências e condições tempo-dependentes
Asma / broncoespasmo
ProtocoloRegimes documentados para exacerbação aguda, organizados para acesso rápido por gravidade e papel no manejo.
Abrir referência operacionalCrupe / laringotraqueíte
ProtocoloManejo operacional do crupe por gravidade, com corticosteroide em todos os graus e adrenalina nebulizada nos quadros moderados/graves quando indicada.
Abrir referência operacionalMeningite bacteriana
ProtocoloReferência de emergência para suspeita de meningite bacteriana, priorizando estabilização e antibioticoterapia sem transformar ceftriaxona isolada em algoritmo empírico completo.
Abrir referência operacionalAnafilaxia
ProtocoloConduta de emergência centrada em reconhecimento rápido e epinefrina IM imediata, com medidas de suporte subordinadas à resposta clínica.
Abrir referência operacionalConvulsão aguda / status epiléptico
ProtocoloFluxo de emergência para crise convulsiva prolongada, separando tratamento benzodiazepínico inicial de carga em status refratário.
Abrir referência operacionalParada cardiorrespiratória
ProtocoloReferência operacional por ritmo: RCP de alta qualidade, desfibrilação quando indicada e epinefrina no momento correto, sem misturar os caminhos chocável e não chocável.
Abrir referência operacionalBronquiolite viral aguda
ProtocoloProtocolo centrado em suporte, oxigenação, hidratação e critérios de gravidade — sem transformar broncodilatadores, adrenalina ou corticosteroides em rotina.
Abrir referência operacionalConvulsão febril
ProtocoloAvaliação da crise febril com distinção entre crise simples já cessada e convulsão prolongada que exige tratamento abortivo e investigação dirigida.
Abrir referência operacionalConsultório e pronto atendimento
Outras condições estruturadas
Otite média aguda
ProtocoloDecisão entre analgesia, observação e antibiótico na otite média aguda, com os regimes calculáveis subordinados à indicação clínica — não o contrário.
Abrir referência operacionalFebre e dor
ProtocoloManejo do desconforto associado a febre ou dor sem tratar o termômetro como diagnóstico, com opções de monoterapia e limites por idade/peso.
Abrir referência operacionalNáuseas e vômitos
ProtocoloAbordagem do vômito por causa, hidratação e sinais de alarme; antieméticos aparecem apenas nos cenários em que existe indicação e regime documentados.
Abrir referência operacionalRinite, urticária e manifestações alérgicas
ProtocoloReferência para manifestações alérgicas leves/moderadas, com separação explícita da anafilaxia — condição em que anti-histamínico não substitui epinefrina.
Abrir referência operacionalCandidíase oral
ProtocoloTratamento tópico da candidíase oral pediátrica com regimes separados por faixa etária e um limite explícito: nistatina oral não trata doença esofágica ou invasiva.
Abrir referência operacionalParasitoses intestinais
ProtocoloTratamento antiparasitário orientado pelo agente e pela indicação — sem transformar 'vermífugo' em uma escolha genérica para qualquer parasitose.
Abrir referência operacionalGiardíase
ProtocoloGiardíase com foco em hidratação, escolha de tratamento por contexto e investigação de persistência antes de simplesmente trocar ou somar fármacos.
Abrir referência operacionalGastroenterite aguda / desidratação
ProtocoloConduta centrada na avaliação de desidratação e terapia de reidratação, com antiemético apenas como facilitador em cenário selecionado.
Abrir referência operacionalPneumonia adquirida na comunidade
ProtocoloAvaliação de gravidade e tratamento da pneumonia comunitária, com amoxicilina como regime oral de primeira escolha quando provável etiologia bacteriana e manejo ambulatorial forem apropriados.
Abrir referência operacionalInfecção do trato urinário
ProtocoloReferência para suspeita/diagnóstico de ITU com separação entre quadro oralmente tratável e situações febris, tóxicas ou incapazes de tolerar via oral.
Abrir referência operacionalFaringoamigdalite estreptocócica
ProtocoloDiagnóstico dirigido e erradicação de Streptococcus pyogenes, evitando antibiótico em faringite viral e preservando o esquema completo quando o tratamento estiver indicado.
Abrir referência operacionalSinusite bacteriana aguda
ProtocoloDiagnóstico clínico por padrão de evolução e tratamento antimicrobiano seletivo, com observação possível em casos não complicados e amoxicilina no cenário apropriado.
Abrir referência operacionalConstipação funcional
ProtocoloAbordagem da constipação funcional com avaliação de impactação, hábitos de manutenção e lactulose por faixa etária quando o laxativo estiver indicado.
Abrir referência operacionalTaquicardia supraventricular com pulso
ProtocoloFluxo PALS 2025 para provável TSV com pulso: suporte inicial, manobras vagais quando estável, adenosina em push rápido e cardioversão sincronizada quando há comprometimento cardiopulmonar.
Abrir referência operacionalTaquicardia de QRS largo com pulso
ProtocoloFluxo PALS 2025 centrado em estabilidade hemodinâmica: cardioversão sincronizada quando há comprometimento e adenosina apenas no cenário estável, regular e monomórfico em que o algoritmo permite considerá-la.
Abrir referência operacionalBradicardia sintomática com pulso
ProtocoloAlgoritmo PALS 2025 com prioridade para oxigenação/ventilação, RCP quando FC <60/min com comprometimento persistente, epinefrina IV/IO e atropina apenas em tônus vagal aumentado ou bloqueio AV primário.
Abrir referência operacionalInfluenza com indicação de antiviral
ProtocoloUso de oseltamivir quando há indicação clínica, separando pacientes hospitalizados/graves ou de maior risco dos quadros leves sem fator de risco.
Abrir referência operacionalEncefalite herpética
ProtocoloSuspeita de encefalite por HSV exige tratamento antiviral intravenoso precoce e investigação neurológica/infecciosa sem esperar confirmação quando a suspeita clínica é relevante.
Abrir referência operacionalPielonefrite / ITU febril
ProtocoloConduta inicial para ITU febril/pielonefrite com decisão entre manejo oral e parenteral conforme idade, estado geral e tolerância, e alternativas parenterais documentadas em protocolo pediátrico brasileiro.
Abrir referência operacionalSepse / choque séptico
ProtocoloProtocolo operacional da primeira hora para sepse/choque séptico pediátrico: reconhecer disfunção orgânica, obter culturas sem atrasar tratamento, administrar antimicrobiano no tempo adequado, titular fluido à perfusão e iniciar vasoativo precocemente quando o choque persiste ou volume deixa de ser apropriado.
Abrir referência operacionalPneumonia grave / necessidade de internação
ProtocoloComplemento da pneumonia comunitária ambulatorial, focado em hipóxia, falha respiratória, necessidade de internação e seleção antimicrobiana hospitalar pelo contexto.
Abrir referência operacionalMastoidite aguda
ProtocoloReconhecimento de complicação de otite com necessidade de tratamento hospitalar e avaliação otorrinolaringológica, sem reduzir o quadro a antibiótico ambulatorial.
Abrir referência operacionalCelulite / erisipela
ProtocoloEstratificação de infecção de pele por extensão, toxicidade, necrose e risco de complicação, com terapia orientada por gravidade e protocolo local.
Abrir referência operacionalImpetigo
ProtocoloConduta por extensão e forma clínica, distinguindo doença localizada de doença extensa ou sistêmica.
Abrir referência operacionalCoqueluche
ProtocoloTratamento antimicrobiano e controle de transmissão com azitromicina, preservando as diferenças de esquema antes e depois de 6 meses.
Abrir referência operacionalHipoglicemia sintomática
ProtocoloConduta imediata por gravidade, priorizando via enteral quando possível e glicose 10% 2 mL/kg IV em hipoglicemia grave, com investigação etiológica antes da correção quando isso não atrasar tratamento.
Abrir referência operacionalIntoxicação por paracetamol
ProtocoloFluxo toxicológico que separa indicação do antídoto do cálculo da acetilcisteína e diferencia ingestão aguda, liberação modificada e ingestão supraterapêutica repetida.
Abrir referência operacionalUrticária aguda sem anafilaxia
ProtocoloConduta sintomática para urticária isolada, com anti-histamínico por idade e separação explícita da anafilaxia.
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