Dor pediátrica deve ser medida de forma compatível com idade e desenvolvimento. Auto-relato é preferível quando possível; em crianças pequenas ou sem comunicação confiável, sinais comportamentais e fisiológicos ganham peso.
A escala precisa combinar com a criança
Escalas faciais, numéricas e comportamentais não são intercambiáveis em todas as idades. O importante é documentar qual instrumento foi usado e acompanhar resposta ao tratamento.
Dor intensa também altera a fisiologia
Taquicardia, taquipneia e agitação podem refletir dor, mas não devem ser automaticamente atribuídas a ela quando há possibilidade de hipóxia, sepse ou choque.