Status não convulsivo deve ser lembrado quando a criança não recupera nível de consciência após crise ou apresenta alteração mental persistente sem explicação metabólica ou estrutural clara.
EEG é central para confirmação
Sinais clínicos podem ser sutis ou ausentes. Monitorização eletroencefalográfica é necessária quando a hipótese persiste.
Sedação pode mascarar o exame
Benzodiazepínicos e outros sedativos reduzem responsividade. A cronologia das medicações precisa ser considerada antes de atribuir rebaixamento apenas ao status.