Prognóstico neurológico após parada pediátrica é complexo e deve integrar exame, EEG, imagem, biomarcadores e evolução temporal. Sedação e temperatura podem confundir avaliação precoce.
Nenhum teste isolado deve decidir prognóstico
Achados individuais têm limitações de sensibilidade e especificidade. A convergência de múltiplas modalidades é mais segura.
Tempo e confusores precisam ser respeitados
Sedativos, bloqueadores neuromusculares, distúrbios metabólicos e controle de temperatura podem retardar recuperação e alterar o exame.