Anafilaxia é uma emergência clínica de início agudo que pode comprometer via aérea, respiração e circulação em minutos. Urticária e angioedema são comuns, mas manifestações cutâneas podem faltar. Hipotensão, broncoespasmo ou estridor após exposição compatível podem ser suficientes para forte suspeita.
O tratamento não deve aguardar exames. A epinefrina intramuscular é a intervenção de primeira linha; oxigênio, suporte ventilatório, fluidos e outras medidas são adicionados conforme fisiologia. Doses específicas ficam na página de epinefrina do Dose Pediátrica.
Via aérea pode piorar rapidamente
Rouquidão, estridor, edema de língua ou sensação de fechamento de garganta sugerem envolvimento de via aérea superior. Progressão pode tornar intubação difícil; antecipar necessidade de equipe experiente e equipamento apropriado é parte do manejo.
Broncoespasmo e choque podem coexistir
Sibilância não deve desviar atenção da circulação. Vasodilatação e aumento de permeabilidade podem produzir choque distributivo importante. Avaliar pulsos, perfusão, pressão e estado mental em paralelo à respiração.
Antihistamínicos não substituem epinefrina
Medicações adjuvantes podem aliviar sintomas específicos, mas não tratam de forma confiável a fisiologia ameaçadora da anafilaxia. Atrasar epinefrina para administrar terapias secundárias é um erro relevante.
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