A escolha do vasoativo deve refletir o fenótipo hemodinâmico predominante, não apenas um rótulo de choque. Pressão, perfusão, função ventricular e resistência vascular ajudam a direcionar terapia.
Não esperar hipotensão profunda para considerar vasoativo
Choque refratário a volume apropriado ou com baixa tolerância a fluidos pode exigir suporte vasoativo precoce, especialmente quando há disfunção miocárdica ou vasoplegia.
Titulação exige alvo clínico
Pressão adequada sem melhora de perfusão não encerra a reanimação. Estado mental, pulsos, enchimento capilar, diurese e lactato ajudam a definir resposta.