150 mg/capsula
Cápsula
Medicamento
Conteúdo médico por Carlos Eduardo Miranda Bruzzi Felipe · CRM/MG 105.721. Conteúdo em produção, passível de correções e ajustes.
Última revisão registrada: .
Antibiótico rifamicina (antituberculoso). Bula: tuberculose pediátrica 10–20 mg/kg uma vez ao dia (máximo 600 mg/dia), sempre em associação com outros fármacos. Portadores de meningococo: 10 mg/kg a cada 12 horas por 2 dias a partir de 1 mês (máximo 600 mg/dose) e 5 mg/kg abaixo de 1 mês. Não é indicada para tratar a infecção meningocócica.
TL;DR · ponto de cuidado
Só o necessário para executar a conduta selecionada.
Administrar
oral
Resumo do regime
A bula indica a rifampicina para eliminar meningococos da nasofaringe em portadores assintomáticos e não para tratar a infecção meningocócica, pelo risco de rápida resistência. Não usar indiscriminadamente: indicação com base em vigilância e contato de risco.
Apresentações e preparo
150 mg/capsula
Cápsula
300 mg/capsula
Cápsula
Via: oral
Administrar por via oral, uma vez ao dia na tuberculose, 1 hora antes ou 2 horas após refeição, com um copo cheio de água. Para crianças que não engolem cápsulas ou precisam de doses menores, a bula descreve suspensão extemporânea de 10 mg/mL preparada em xarope; esta página não automatiza esse preparo. Orientar que a rifampicina pode colorir de amarelo, laranja, vermelho ou marrom os dentes, urina, suor, escarro e lágrimas, e que lentes de contato gelatinosas podem ser manchadas permanentemente.
Segurança clínica
Hipersensibilidade à rifampicina, a seus componentes ou a qualquer rifamicina. Contraindicada com saquinavir/ritonavir, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, saquinavir, tipranavir, cabotegravir, fostemsavir e lenacapavir (risco de hepatotoxicidade grave ou queda importante da concentração do antirretroviral). Hepatotoxicidade, inclusive fatal, é descrita: monitorar sinais e exames hepáticos, sobretudo em uso prolongado ou com outros hepatotóxicos.
Em superdose esperam-se náuseas, vômitos, dor abdominal, prurido, cefaleia e letargia, além de coloração marrom-avermelhada ou alaranjada de pele, urina, suor, saliva, lágrimas e fezes. Podem ocorrer hepatomegalia e icterícia rápida; edema facial ou periorbital foi relatado em crianças. Avaliar função hepática.
Interações
Contraindicada com saquinavir/ritonavir (hepatotoxicidade grave) e com atazanavir, darunavir, fosamprenavir, saquinavir, tipranavir, cabotegravir, fostemsavir e lenacapavir, por reduzir substancialmente suas concentrações.
O uso com isoniazida e outros hepatotóxicos (ex.: halotano) aumenta o risco de hepatotoxicidade; a bula recomenda monitorização rigorosa. Evitar halotano.
Potente indutora de CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19 e 3A4, de UGT e de P-gp, podendo reduzir ou aumentar a exposição a medicamentos concomitantes. A confiabilidade de contraceptivos hormonais pode ser afetada; orientar a não usar outros medicamentos sem orientação médica.
Perguntas frequentes
10 mg/kg a cada 12 horas por 2 dias a partir de 1 mês de idade (máximo 600 mg por dose); abaixo de 1 mês, 5 mg/kg a cada 12 horas por 2 dias.
Não. A bula a indica para eliminar o meningococo da nasofaringe em portadores assintomáticos, não para tratar a infecção, por causa do risco de resistência rápida.
10–20 mg/kg uma vez ao dia, sem exceder 600 mg/dia, sempre em associação com outros antituberculosos.
Sim. Pode causar coloração amarela, laranja, vermelha ou marrom de dentes, urina, suor, escarro e lágrimas, e manchar lentes de contato gelatinosas permanentemente; o paciente deve ser avisado.
Não com vários deles: é contraindicada com saquinavir/ritonavir, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, tipranavir, cabotegravir, fostemsavir e lenacapavir.
Não. Nenhuma calculadora do Dose Pediátrica exige login, cadastro ou assinatura.
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Referências
Fontes usadas para dose, apresentação, preparo, administração e contexto operacional.
Autoria médica: Carlos Eduardo Miranda Bruzzi Felipe · CRM/MG 105.721. Conteúdo em produção, passível de correções e ajustes.